Se tem algo importante que vou aprendendo dia a dia é como tentar lidar com pessoas. É importante dizer que isso não é fácil, pelo contrário, a cada dia aprendo pela forma mais difícil. Pela dor.
Não sou uma pessoa de sentimentos rasos, estou mergulhado na minha percepção de mundo e afogados nas minhas emoções. Julgo me sólido, coerente naquilo que identifico como verdade e expresso-me. Ter esse blog é uma fuga, pois aqui depois de ponderar e ter passado horas ou dias com coisas remoendo minha cabeça posso fazer um parenteses e explicar o faltou ser dito.
Já fui uma pessoa que pensava e guardava tudo dentro mim, não contextava com medo de agredir pessoas que amo. Hoje isso tudo mudou, estou convicto de relações com familiares e amigos se fortalecem na troca de idéia.
Queria então não ter a arrogância de achar que sempre tenho razão, e que a verdade é uma só. A minha. Passo por cima do que os demais acreditam, sentem e vivem, para despejar sobre eles meus ideais. Não tenho o jogo de cintura necessário para ouvir e entender o que os outros tem a dizer, sempre me faço prevalecer.
Pequenas ou grandes discussões, tudo me leva a um abismo onde eu desliso devagar, distanciando pessoas que são ou foram importantes para mim. Agrido essas pessoas sem piedade como se estive num campo de batalha e que naquele momento só me importa é sair vivo dessa luta. Essa luta não cessa, lutei ontem, quis muito guerrear hoje, e antes de dormir penso na luta que travarei no dia seguinte. Parece que vesti uma armadura, não consigo mais tirá-la então só me resta ir pra cima da batalha. Grande parte das vezes não me arrependo do que fiz e disse, mas uma parte considerável sabe que tudo poderia ter sido dito de outra forma.
Resta pouco a dizer, só tenho uma palavra para fechar esse pensamento:
- desculpa!
Não sou uma pessoa de sentimentos rasos, estou mergulhado na minha percepção de mundo e afogados nas minhas emoções. Julgo me sólido, coerente naquilo que identifico como verdade e expresso-me. Ter esse blog é uma fuga, pois aqui depois de ponderar e ter passado horas ou dias com coisas remoendo minha cabeça posso fazer um parenteses e explicar o faltou ser dito.
Já fui uma pessoa que pensava e guardava tudo dentro mim, não contextava com medo de agredir pessoas que amo. Hoje isso tudo mudou, estou convicto de relações com familiares e amigos se fortalecem na troca de idéia.
Queria então não ter a arrogância de achar que sempre tenho razão, e que a verdade é uma só. A minha. Passo por cima do que os demais acreditam, sentem e vivem, para despejar sobre eles meus ideais. Não tenho o jogo de cintura necessário para ouvir e entender o que os outros tem a dizer, sempre me faço prevalecer.
Pequenas ou grandes discussões, tudo me leva a um abismo onde eu desliso devagar, distanciando pessoas que são ou foram importantes para mim. Agrido essas pessoas sem piedade como se estive num campo de batalha e que naquele momento só me importa é sair vivo dessa luta. Essa luta não cessa, lutei ontem, quis muito guerrear hoje, e antes de dormir penso na luta que travarei no dia seguinte. Parece que vesti uma armadura, não consigo mais tirá-la então só me resta ir pra cima da batalha. Grande parte das vezes não me arrependo do que fiz e disse, mas uma parte considerável sabe que tudo poderia ter sido dito de outra forma.
Resta pouco a dizer, só tenho uma palavra para fechar esse pensamento:
- desculpa!

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